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Diário da Pandemia – 2.127º e 2.128º dias:

Janeiro 14, 2026

Para quem (diferente de mim), quer que o tempo passe logo, já chegamos à quase metade do mês de janeiro... Desse jeito, num “pulo”, mais um ano findará... Bom, independente da preocupação com o relógio, precisamos nos movimentar, e muito! E foi isso que fiz entre ontem e hoje, visitando a Lavanderia Universo (singular parceira do site), organizando o escritório do ap. e conversando com amigos comerciantes – atividade que muito me apraz! Amanhã, portanto, mais ações à vista!

Como já contei em uma outra oportunidade, gosto muito dos chamados ditados populares. Vejo que eles nos ensinam muito, principalmente em relação ao viver. Por isso, e a partir deles, reflitamos sobre “a pergunta que não quer calar...”!

Na verdade, são muitas as perguntas que não querem calar... E elas surgem aos “borbotões”, tamanha a necessidade que temos de refletir sobre os acontecimentos que nos atingem, seja para o bem, seja para o mal.

Explicando melhor, caro Watson, essa expressão refere-se a uma questão urgente, importante, incômoda, ou controversa que precisa ser feita, mas que muitas pessoas evitam, seja por ser politicamente incorreta ou delicada, gerando, com isso, muitos debates e curiosidades. Porém, ela deve ser feita, apesar do desconforto, para buscar confrontar uma verdade ou obter esclarecimentos.

Assim, a primeira pergunta que não quer calar envolve a questão da fome mundial. Sim, há um enorme contingente de pessoas famintas, enquanto outras vivem nababescamente. Nesse caso, há má vontade de os governos resolverem essa situação ou inação por parte dos ricos?

A segunda pergunta que não quer calar está presente na criminalidade, cada vez maior. Nesse caso, por que não se aprofundam políticas de educação, ao invés de se construírem mais penitenciárias? E, ainda, por que Deus não “interfere”, evitando os crimes, principalmente contra indefesos?

A terceira pergunta que não quer calar (e faz tempo!) acomete as mulheres. Terminamos 2025 e iniciamos 2026 com uma série de homicídios envolvendo mulheres, em crimes praticados por seus próprios cônjuges. Nesse sentido, será que os homens estão decididamente insanos, ao cometerem tais atos?

Enfim, são muitas as perguntas que não querem calar... Mas, talvez, o pior é que não haja respostas condizentes para elas...

Boa noite!

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