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Diário da Pandemia – 2.159º, 2.160º e 2.161º dias:

Fevereiro 16, 2026

O fim de semana não transcorreu a contento... Mesmo que eu visitasse a Lavanderia Universo (excelente parceira do site), pela manhã; à noite, uma atividade prevista acabou não se concretizando... Paciência! Nem todos os dias são de vitória... Assim, no domingo, de útil, apenas fui ao mercado e tomei um bom chimarrão (em igualmente boa companhia!). Hoje, então, foi dia de bom treino de academia, de manhã, e lanche na padaria, à tarde.

Dias atrás, o amigo mestre Elino me comunicou um acontecimento triste: a casa em que nasci e vivi os primeiros 10 anos de minha vida está sendo demolida... Na hora, além da tristeza do episódio, cheguei à conclusão de que “a história de São Miguel do Oeste está sendo transformada em concreto...”.

Meu avô paterno, ainda no já distante ano de 1950, construiu aquela confortável residência (de um andar mais porão), que abrigou as duas famílias – o vô e a vó no andar de cima; a mãe, o pai e nós (cinco irmãos) no porão – por um período de tempo muito agradável.

Tenho saudosas lembranças daquela maravilhosa época! Lembro que eu (um dos netos preferidos do vô Ângelo) tinha um campinho de futebol, para jogar bola com os amigos, além de uma casinha na árvore (um frondoso pé de abacate), que até contava com um cipó artificial! Imaginem minha felicidade de menino!

Infelizmente, o tempo e o “progresso” “cobram a conta”... Como a casa fica bem no centro de São Miguel do Oeste, era fatal que, um dia, ela seria demolida para dar lugar a um monte de concreto... Sim pelo que me contou outro amigo de lá (o Valmor), será edificado um prédio de modestos quatro andares.

Claro que, na época (idos dos anos 1980), o pai, da sua parte da herança (justamente a casa e um pequeno terreno em volta), fez um péssimo negócio (considerando que a área, hoje, vale mais de milhão de reais): “trocou” por uma Brasília zero quilômetro e a atual casa da mãe...

Enfim, é triste saber que a história de São Miguel do Oeste está sendo transformada em concreto... Ainda bem que, há alguns anos, eu, a mãe e a minha filha Marina pudemos “revisitar” a casa por dentro. E quantas saudades senti naquele momento! Foi como uma viagem de volta ao resplandecente passado!

Boa noite!

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