
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Depois de um fim de semana muito tranquilo, em que participei de um bom café religioso, visitei a Lavanderia Universo (original parceira do site), fiz compras no mercado e assisti a um pouco de TV, iniciou-se mais uma semana! E esta será, certamente, bem especial em termos profissionais, já que, amanhã, retorno às lidas de sala de aula, lecionando para minhas turmas na EEB Kyrana Lacerda! Ah, hoje ainda, fiz meu bom treino de academia e os devidos planos para as aulas da terça!
Dias atrás, “navegando” “a esmo” pela Internet, revi uma antiga música dos meus tempos de juventude, cantada pela brilhante Marina Lima. E, por isso, no Diário desta segunda, quero tratar de “uma noite e meia”!
Só para recordar, a música, para quem nunca ouviu, trata de um encontro entre namorado e namorada, detalhando o que pretenderiam fazer caso tivessem, como diz o título da canção, “uma noite e meia” à sua disposição.
A partir disso, fiquei “matutando” nessa questão de uma noite e meia... A princípio, pelas leis naturais do planeta Terra, não existe esse tempo, já que ocorre um único período noturno – ou seja, uma noite.
Bom, então, em se tratando de ficção, pensaríamos em um tempo de 18 horas (equivalente, aproximadamente, às 12 horas noturnas mais sua metade). E, devemos considerar, é um período bem extenso!
Assim, nessas 18 horas “de escuro”, eu penso que faria muitas coisas – ainda mais considerando que, nos últimos tempos, tenho “experimentado” uma certa insônia... Querem, mesmo, saber o que eu faria?
Pois bem, dividiria esse período em outros menores, a fim de abarcar a maior quantidade possível de ações (lembrem que não entra, aqui, o dormir, já que é um período destinado a atividades).
Inicialmente, ficaria umas três horas (mais ou menos) na padaria, saboreando, muito calmamente, um bom café – seja sozinho ou bem acompanhado! Depois, em um outro momento de três horas, dirigiria por aí, sem destino certo. A terceira ação envolveria, também em três horas, ler um bom livro. Prosseguindo, ficaria, outras três, somente deitado em meu sofá, refletindo sobre a vida. Por fim, nas nove horas restantes, dedicar-me-ia a fazer muitas atividades físicas – algumas, inconfessáveis!
Boa noite!

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