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Diário da Pandemia – 2.178º e 2.179º dias:

Março 06, 2026

Imaginem uma quinta-feira esplendorosa! Assim, foi a de ontem, graças a diversos fatores conjugados: iniciando com o bom treino de academia e finalizando com uma jantinha com a filha Marina! Hoje, feriado por aqui, acabei ficando bastante por casa (dormindo além da conta) e finalizando a leitura de um livro emprestado pela amiga Mari – inclusive, é sugestão literária desta sexta! Amanhã, como sempre, passaremos na companhia da Lavanderia Universo (primorosa parceira do site)!

Com alguma boa frequência, pergunto-me se estou fazendo a diferença com minha existência aqui na Terra. Às vezes, a resposta é “sim”; outras vezes, “não”... Independente disso, penso que precisamos, sempre, “viver com propósito”!

Explicam os sábios filósofos que uma vida com propósito significa viver direcionado por um sentido pessoal maior, alinhando ações, paixões e valores a objetivos significativos, em vez de apenas seguir tendências.

Assim, precisamos, continuamente, estabelecer (muitos) projetos para a vida. Por exemplo, para uma criança, o propósito está em descobrir o mundo – seus mistérios. Já para um jovem, o propósito torna-se estudar, para alcançar uma formação profissional que, mais tarde, o conduza ao alcance de novos objetivos.

E o adulto? Bom, esse deve ter propósitos como estabelecer-se em um trabalho, constituir família e, consequentemente, mantê-la – o que não é nada fácil, considerando os desafios (principalmente financeiros) do mundo atual...

A partir disso, eu afirmo, sem qualquer margem de dúvidas, que, desde infante, procurei viver com propósitos. Nesse sentido, sempre busquei o autoconhecimento e maneiras como poderia contribuir para o mundo, tornando, assim, a minha existência mais gratificante. Além disso, tentei agir com princípios claros, auxiliando ao próximo e focando em meu crescimento pessoal/emocional/profissional – tudo considerando que o propósito não precisa ser algo (sempre) grandioso.

Vamos à boa sugestão de leitura de agora: “Nunca minta” (Freida McFadden). O casal Tricia e Ethan está à procura de uma casa para constituir sua família. Uma das escolhas é uma mansão no meio de uma floresta, que pertenceu a uma psiquiatra desaparecida. A propriedade, entretanto, está envolta em um grande mistério, com muitas verdades, mentiras e segredos escondidos.

Bom final de semana!

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