
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Chegamos ao início de mais um mês – o quinto de 2026 –, ao mesmo tempo em que comemoramos o Dia do Trabalhador! Portanto, parabéns a todos os que ainda labutam em uma profissão digna! Não para comemorar a data, mas sim para visitar a mama, ontem ainda, empreendi viagem a São Miguel do Oeste. Hoje, então, bem instalado na “terrinha”, aproveitei para muito conversar com a mãe – assuntos antigos e atuais. Amanhã, teremos o primeiro fim de semana de maio, em que, como sempre, estaremos na fiel companhia da Lavanderia Universo (parceira do site)!
Como já contei há algum tempo, gosto (e acredito muito!) dos/nos chamados ditados populares. Hoje, sem muito para fazer, acabei lembrando de um bem antigo e interessante: “devo. Não nego, mas não pago!”.
“Corria” o glorioso ano de 2002. Eu estava de “saco cheio” de minha profissão de bancário e com planos de mudar radicalmente meus rumos profissionais, já que pretendia, no ano seguinte, cursar o Mestrado em Linguística na UFSC. Assim (não sei se já revelei isso), pedi demissão de uma estável carreira de funcionário do Banco do Brasil.
Antes disso, e como última “missão”, o gerente da época incumbiu-me de cobrar os devedores “atrasados” da agência. Uma tarefa totalmente inglória e chata... Assim, todos os dias, vinha pelo malote um arquivo impresso (de umas boas vinte páginas), com a lista dos inadimplentes...
Com ela em mãos, pegava o telefone e ligava para cada um. Pensem na chatice de ficar ouvindo “desculpas esfarrapadas”... E eram sempre os mesmos que atrasavam o pagamento de seus empréstimos. Então, precisava ter uma autêntica “paciência de Jó”! No próprio relatório, eu anotava a “intenção” dos devedores em cumprir suas obrigações. Quanto desperdício de tempo e de força produtiva!
E vocês, já precisaram cobrar alguém que não pretendia pagar o que lhes devia?
Já que estou visitando ela, vamos a uma leitura congruente: “Mãe, me conta a sua história?” (Elma van Vliet). Nesse livro de memórias interativo, planejado como um presente para as mães registrarem suas próprias histórias de vida, a autora apresenta perguntas sobre a infância, momentos inesquecíveis, o primeiro amor e os sonhos, buscando fortalecer laços familiares.
Bom final de semana!

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Xanxerê (SC)
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