
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Inicialmente, eu imaginava que o fim de semana seria de muito frio! Mas não o foi! Com isso, no sábado, cumpri dois “rituais” do dia: visitar a Lavanderia Universo (formidável parceira do site) e fazer compras no mercado. Além disso, degustei um bom chimarrão (também em boa companhia!). Já no domingo, almocei fora e, depois, dediquei-me a uma grande “tarefa”: colocar em dia as notas trimestrais de meus alunos. Hoje, porém, acabei faltando ao bom treino de academia, para resolver um problema premente.
Desde que comecei a “administrar” o meu próprio dinheiro (nos meus já longínquos 12 anos de idade), sempre fiquei preocupado com o controle do orçamento pessoal. Desse modo, todas as minhas despesas sempre estão “na ponta do lápis!”.
Antes de tudo, esclareçamos o significado de “na ponta do lápis”: “a expressão designa fazer um cálculo detalhado, preciso, ou avaliar os prós e contras de uma situação. Geralmente, é usada quando se precisa organizar gastos, planejar um orçamento ou decidir se algo realmente vale a pena”.
Nesse sentido, quando resolvo adquirir um novo bem, antes de tudo, coloco, “na ponta do lápis”, as vantagens e desvantagens dessa compra. Afinal, como aprendi com meus pais, não devemos desperdiçar nossos recursos em coisas vãs, fúteis!
Ainda, quando pretendo fazer uma viagem – seja para um destino distante, seja para apenas visitar São Miguel do Oeste (a apenas 150 km daqui) –, também começo calculando as despesas que terei no trajeto e no local de chegada.
Contudo, há duas situações em que não coloco tudo “na ponta do lápis”. E elas envolvem os “gastos” (acho que seria melhor definir como “investimentos”) com saúde, tanto física quanto mental. Pois, nesse momento, qualquer recurso empregado é de suma importância!
Claro que há, sempre, os “detratores”, também nessa questão! Um ex-amigo, por exemplo, dizia que eu devia pegar todo o dinheiro aplicado e gastá-lo nas mais diversas futilidades... Interessante que o “sábio conselheiro” não fazia isso – aliás, fica diuturnamente “enfurnado” dentro de casa, enlouquecendo aos poucos...
E vocês, caros amigos, costumam colocar suas despesas “na ponta do lápis”? Contem para nós, nos comentários!
Boa noite!

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Xanxerê (SC)
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