Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Diário da Pandemia – 1.795º, 1.796º e 1.797º dias:
Imaginem um fim de semana totalmente desperdiçado... E multipliquem por dois! Esse foi o último... Entre sábado e domingo, não fiz praticamente nada de relevante, o que me causou até uma inevitável dor de cabeça. No final das contas, muito arrependimento pelo precioso tempo desperdiçado. Retificação: assisti a dois filmes: o bom “Jurado número dois” e o fraco “A substância”. Hoje, pelo menos, dediquei-me ao meu bom treino de academia e, para “fechar o dia”, degustei um bom café com pão torrado. Menos mal!
Com certa frequência, estou desocupado. E isso tem seu lado bom, mas também o ruim. Sim, já faz alguns anos que resolvi “desacelerar” na questão profissional. Porém, confesso que “eu gosto do ócio!”. Vamos a mais uma boa reflexão!
Antes, contudo, definamos o que é ócio: “falta de ocupação; inação, ociosidade. Cessação do trabalho; folga, repouso, quietação, vagar”. Enfim, essa palavra encerra muitas significações.
Tratemos, aqui, da questão da ociosidade, que me parece a mais própria para o meu estado. Como já contei em um Diário anterior, a partir de 2017 (ano ímpar, conforme pretendo contar em um texto futuro), decidi diminuir, drasticamente, meu ritmo de trabalho. Entrando em um período sabático, fiquei 18 meses em total ócio.
E o que aconteceu a partir daí? Isso mesmo: além de me acostumar com o ócio, passei a gostar (e muito!) dele... Assim, com muita frequência, comecei a ficar desocupado, longe das lidas úteis e seus desdobramentos.
Como afirmei no introito deste Diário, o ócio, entretanto, tem seus pontos de vista positivos e negativos. Do lado positivo, penso que é bom ficar ao léu, sem nada para fazer, já que acalma a mente e repousa o físico. Já do lado negativo, no meu caso, sinto-me mal por não estar produzindo nada naquele momento, não estar realizando algo útil.
Por outro lado, no momento da vida em que estou (mais para “senhor” do que para “você”, infelizmente...), analiso que o ócio “chegou para ficar”. Assim, extraindo meus períodos de trabalho a serviço do glorioso Estado de Santa Catarina e aqueles dedicados ao Diário da Pandemia, “dou-me ao luxo” de ficar parado, olhando o céu e programando, minimamente, o amanhã!
Boa noite!