
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Pois bem! A quinta acabou sendo de mais calmaria, com o tradicional corte da barba; porém, no fim de tarde, tomei um bom café com pastel, bem acompanhado pela filha Marina! E na sexta, como não poderia deixar de ser, fiz meu bom treino de academia, seguido por compras no mercado – minha despensa e minha geladeira estavam “pedindo socorro”! Agora, resta esperar o bom fim de semana, na sempre agradável companhia da Lavanderia Universo (fiel parceira do site)!
Nos últimos tempos, para “preservar” minha saúde emocional, tenho deixado algumas pessoas (outrora próximas) partirem! Sim, elas precisam seguir seu caminho! Nesse sentido, não deixo de desejar um bom “vai com Deus!”.
Vejam bem: meu “vai com Deus!” não contém ironia, pois desejo o melhor a elas, mesmo que possa não haver reciprocidade nisso... Afinal, em raras ocasiões de minha vida, no passado distante, desejei que alguém se “lascasse” – literalmente...
Aliás, cada vez mais tenho sentido que a existência é formada por diversos ciclos, nos quais temos a presença de diferentes seres ao nosso lado. Contudo, encerrado um ciclo – seja de amizades, seja de relacionamento conjugal –, a vida precisa continuar sua trajetória natural.
Independente disso, vejo que toda perda (ou partida) é sentida – também de diferentes intensidades... Seria hipócrita se afirmasse que o casamento, por exemplo, não gerou dores emocionais. Mais ainda se a perda de um trabalho de 21 anos não tivesse provocado frustrações...
Enfim, acredito (e muito!) naquela máxima de que alguns “vai com Deus!” são necessários e vem para o bem. Adeus às toxicidades! Adeus aos radicalismos! Adeus às falsidades! Haveria muitos outros a dizer, mas paro por aqui...
Sigo, portanto, na confiança de novas amizades, novos relacionamentos, novos e proveitosos contatos! Recuso-me, terminantemente, a não socializar!
Hoje, mais uma indicação de leitura: “A última carta” (Rebecca Yarros). Na estória, Beckett é um militar calejado pelos horrores da guerra. Com isso, ele perdeu a fé no amor e na humanidade. Até que um amigo o convence a se corresponder com sua irmã, Ella, que está do outro lado do mundo. Mesmo sem nunca tê-la conhecido pessoalmente, Beckett encontra refúgio nas cartas que os dois trocam.
Bom final de semana!

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Xanxerê (SC)
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