
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Com bastante leveza, “vencemos” o primeiro fim de semana de maio! E o que aconteceu nele? Bem, no sábado, eu e a mãe bebemos uma boa cervejinha no Bar da Deda (antigo Bar da Esquina), acompanhada por boa prosa! No domingo, por sua vez, assisti ao fraco empate do Fla contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro... E hoje, após “devolver” a mãe para a filha Angela, degustei uma boa cachacinha, papeando com Mestre Elino, antes de empreender viagem de retorno a Xanxerê.
Dias atrás, “conversando” pelo WhatsApp com uma pessoa, chamou-me a atenção de que, antes mesmo que eu pudesse ler, ela logo deletava o que pretendia me dizer... Com base nisso, fiquei refletindo sobre a questão da “mensagem apagada”!
Retornando aos áureos tempos da comunicação pessoal através das cartas escritas (à mão ou datilografadas), escrevíamos o que queríamos comunicar, porém sem a possibilidade de, na sequência, “apagar” a mensagem, já que ela ficava permanentemente registrada no papel.
Logo depois, com o surgimento do e-mail, acontecia a mesma coisa: após escrita a comunicação e enviada ao destinatário, não era mais possível deletar o que havia sido dito.
Em ambos os casos (carta escrita ou e-mail), caso percebêssemos que cometemos algum equívoco, ou mesmo nosso destinatário notasse isso, podíamos até nos “retratar”, corrigindo o erro/retificando as sentenças...
Porém, com o advento do WhatsApp e suas consequentes mensagens instantâneas, agora, é possível evitar mal-entendidos, apagando, antes que o nosso interlocutor a veja, aquela mensagem “indesejada” – e, vejo que, na maior parte dos casos ela envolve algo que queríamos realmente dizer, mas acabamos nos “arrependendo” disso no meio do caminho...
No caso em questão, dessa pessoa com quem conversei dias atrás, usei o recurso “mensagem apagada” de forma proposital! Sim, da mesma forma que ocorreu comigo, queria que ela matutasse (e muito!) sobre o que eu poderia ter escrito...
Observo que não é de meu feitio apagar mensagens depois que as posto, pois reflito antes de escrever algo a alguém. Na situação descrita acima, contudo, senti-me como que “vingado” por não poder ler as “mensagens apagadas” pelo outro!
Boa noite!

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